segunda-feira, 14 de novembro de 2011

o Velho da Campina

Reza a lenda, aqui na roça, que pras bandas de lá da cancela havia um velho cujo nome ninguém sabia, mas se temia ainda assim. Chamavam-no de O Louco apenas ou de O LoucoVelho da Campina. Vivia solitário desde que se foi a companheira, muito embora isso ele não admitia.

No dia em que eu amanhecer com a “avó atrás do toco”, dizia, então, O Velho da Campina, não ficará um pé de pé pra contar história. Antes eu a você a meter o machado ou a serra na mata do meu quintal, onde nasci e cresci nu e descalço correndo por e para onde o vento dissesse – vem! 

Os bichos daqui, ainda dizia o Velho da Campina, tem nome e morrem, na sua maioria, de velhos, como eu um dia e a cada dia mais perto. Minha ‘Velha’ ainda deita-se, em sua majestade, vestindo seu vestido de chita em flôres e azul sob uma rede de algodão cru armada no alpendre. Às tardes de domingo, servimo-nos, os dois, com bolo de fubá, uma xícara de café ou chá e esse “cadin” de mata cada vez menor, bem mais pra cá de onde a vista alcança. Ficamos os dois abraçados a embalar os sonhos vividos, os filhos feitos, os netos crescidos, os lugares idos... E tudo sem falar a maior parte do tempo porque de palavras não carecemos, não. Não mais ...

Mas “no dia em que eu amanhecer com a avó atrás do toco”, você pensará duas vezes antes de querer ir além da sua cancela e tocar-se pros lados da minha, pois, e pensando melhor, não serão os pés do meu quintal, esses que ainda estão de pé, que não viverão pra contar história.

Não se via o tal 'Velho' nos vizinhos de porteira nem na vila mais próxima, sequer na igreja. Vivia do que sua terra lhe dava - sua maior riqueza. Encontraram, certo dia, O Retrato (seu cavalo) ao léu. Encontraram-no depois, O Velho, dormindo, olhando pro Céu, pra não mais acordar por essas bandas.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Colcha de Retalhos

Uma colcha de retalhos é um álbum de retratos, de momentos ventilados de prosa e poesia. São coisas de casos e de acasos no caos dos encontros rasgados em despedidas. Voltas e idas pra não mais, nem de fantasia, mas só se. São olhos ora bem abertos de tão esbugalhados ora fechados em lágrimas vertidas. São quintais varridos pros dias de festa, a conversa, a siesta. É a moça à espreita na janela, o rapaz, a seresta. A criança que brinca, que berra. É a alegria de vidas vividas e vozes que se esbarram no dia a dia da lida ou da preguiça. Pedaços de aço, embora em restos, daquele pano, daquele vestido, daquele terno, daquela cortina, da encomenda farta e finda. Sou eu, são nós de nós em corações aos pedaços juntados entre pontos e contos, bordas em bordões. Aqui na Roça é assim, seja na casa da cidade grande, seja no ‘Rancho Fundo bem pra lá do fim do mundo', na casa de pau-a-pique, ela está lá, esparramada na cama assim, assim, a nos convidar pra descansar ouvindo histórias que os olhos já não podem ver só por Si.


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Da Seca à Bonança

No Cerrado de Brasília e entorno foram 107 dias de seca esse ano. Esse tipo de vegetação, o Cerrado, cobre cerca de 22% do território nacional, abrangendo oito estados do Brasil Central: Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e o Distrito Federal.
As conseqüências são dias muito secos e quentes e noites frias, como acontece nos desertos.  Apesar do calor, a baixa umidade faz o organismo transpirar pouco, prejudicando a lubrificação da pele, deixando-a ressecada.  A umidade ideal para que o organismo se sinta bem é de 80% com mínima de 50%. Brasília, por exemplo, em época de seca a umidade pode chegar a 10%, igual à do Deserto Saara.
A baixa umidade do ar é o que caracteriza a seca. Esse (o ar) fica mais rarefeito, com menor quantidade de oxigênio e com menor quantidade de água. Daí, as constantes notícias de queimadas todos os anos. Segundo o Corpo de Bombeiros do DF, foram registrados 82 focos de queimadas, destruindo 746 hectares de vegetação do Cerrado, isso somente num final de semana.




Costumo dizer que a chuva é para o Cerrado uma espécie de 'fada' que sopra ao ouvido de cada galho e toco ressequido, queimado e retorcido: “anda, levanta, reflora, reverdece, respira, viceja!”. É assim mesmo que acontece logo nas primeiras chuvas na entrada da primavera. Como que por um milagre, o Cerrado se regenera a olhos vistos, da noite para o dia - dorme seco, acorda verde e sorrindo em flor e frutos.
Os principais arbustos encontrados no Cerrado são: pau-santo, pequi e lixeira. As árvores são, na sua maioria, de pequeno porte e galhos tortuosos. As árvores mais altas do Cerrado chegam a 15 metros de altura. Apenas nas matas ciliares as árvores ultrapassam 25 metros e possuem normalmente folhas pequenas.
Pau-Santo

É no início da estação chuvosa (setembro – dezembro) que a maioria dos frutos de Cerrado amadurecem – amora, ananás, araçá, araticum, babaçu, bacupari, buriti, baru, chichá, curriola, gabiroba, gravatá, guapeva, jabuticaba, jatobá, jerivá, murici, cagaita, genipapo, macaúba, manga, mangaba, murici,  pitanga, pitomba, puçá, pequi, entre tantos outros que são uma festa para a visão, olfato e paladar.
Pé de Jabuticaba carregado
Estou longe de conhecer todos os sabores do Cerrado. Também como poderia? Mas me gabo por ter sempre ao alcance acerolas, avocatos, bananas, laranjas, jabuticabas, mama-cadela, mangas, cagaitas, maracujás... Tudo no fundo do quintal alheio (rs).
Pé de Cagaita
As formigas sempre são vistas debaixo dessas árvores nessa época. Os bois e vaquinhas aqui da roça são bem seletivos e só comem os melhores frutos que caem ao chão.
Dentre os frutos do cerrado, sorvete de cagaita é um dos mais saborosos que provei
O Pequi é uma outra árvore nativa do Cerrado brasileiro. Na língua indígena, pequi significa "casca espinheta". O fruto do pequizeiro não é, digamos assim, uma preferência nacional, mas pra quem gosta, como eu, há uma série de receitas boas demais da conta, moço! A mais conhecida e pedida é o frango com pequi, mas se destacam também pequi ao molho caipira e carne de carneiro com pequi. Da polpa se pode extrair o azeite de pequi - óleo usado como condimento e  na fabricação de licores. Há também até, pasmem, sorvete de pequi. Euzinha mesma provou esse sorvete com sabor pra lá de exótico na sorveteria "Frutos do Brasil" na Capital goiana e também na "Sabores do cerrado" em Pirenópolis. 

Selecionei e segue abaixo uma receita mais simples e fácil de fazer capaz de agradar desde carnívoros a vegetarianos: Arroz com pequi.


Ingredientes
1 xícara (chá) de arroz
2 colheres (sobremesa) de óleo de canola
10 pequis
2 dentes de alho picados
1 cebola média picada
3 colheres de sopa de salsinha picada

tomates para decorar

Modo de Preparo do Arroz com Pequi


Refogue o arroz com o alho e a cebola. Coloque a água e os pequis. Deixe cozinhar e sirva quente. Salpique salsinha e decore com os tomates.

Na hora de servir, lembre-se que a polpa só pode ser mordida superficialmente. Logo abaixo ficam os espinhos que podem machucar e são difíceis de serem retirados.
Rendimento = 4 porções                       
Calorias por porção = 290



















E, então, gostaram? Já conhecem? Aprovaram? Eu provei, aprovo e recomendo. Bom apetite!

domingo, 2 de outubro de 2011

Festa na Roça

Se tem festa na roça, os roceiros passam o dia arrumando os ‘trem’ – roçam ali, lavam aqui, limpam acolá ‘pra mode’ os festeiros acharem tudo lindo e brilhando.  E, antes das seis da tarde, já está tudo 'nos trinques' à espera do povão. Sim, isso porque a folia costuma começar cedo na roça, antes mesmo da Lua subir.





Vem gente de toda a redondeza - parentes, aderentes, vizinhos, amigos,  conhecidos e, até, convidados dos desconhecidos. Afinal, a festa é na roça, é sinônimo de fartura e boca livre – tem arroz de carreteiro, frango caipira, feijão tropeiro e, é claro, as tradicionais iguarias do milho: pamonha, curau, broa, bolo, canjica.


Pra dar ainda mais 'sustança' tem amendoim, cocada, rapadura, doce de leite com queijo, marmelada ... Veja bem, olhe bem, preste atenção! Tem como algum ser humano resistir a tanta coisa gostosa assim junta e misturada? Eu não resisto e nem ligo - deixo pra pensar nos quilos a mais amanhã que, no caso, é hoje (snif).






No fogão à lenha é que são preparadas a maioria das guloseimas. Destaco o arroz de carreteiro que, embora seja originário da culinária do Sul, faz um sucesso enorme também na Região Centro-Oeste.



Segue a receita para um delicioso arroz de carreteiro -
Ingredientes para 6 porções:
3 xícara(s) (chá) de arroz cru                             
2 colher(es) (sopa) de óleo de soja
1 kg de carne seca
2 dente(s) de alho picado
1 unidade(s) de cebola ralada(s)
7 xícara(s) (chá) de água fervente
sal a gosto


Modo de preparo:


Coloque com antecedência a carne seca de molho, trocando a água por várias vezes. Melhor deixar em geladeira, por 24 horas. Cozinhe-a até que esteja macia e pique ou desfie. Refogue o alho e a cebola no óleo e junte a carne seca picada ou desfiada. Acrescente o arroz e frite bem, mexendo sempre. Adicione a água e baixe o fogo. Na hora de servir coloque por cima salsa picadinha. Deve ser servido ainda úmido, por isso, prepare na hora de servir.

Além da 'comilança', não faltam as 'biritas'. Às vezes falta cerveja, mas pergunte se falta pinga!



A alegria dança ao som da sanfona do sanfoneiro ‘Zé’. Tem gente de chinelo de dedo, gente ‘chic’ de bota e até ‘muié’ de coque e de aplique. Gente de família, gente sem nome, sem eira ou beira e, muito embora, sem nenhum dente na boca não nega um sorriso de tão agradecido por estar ali.

Tudo isso, sem falar dos 'chiliques' por causa do ciúme depois que a ‘maRvada' pinga sobe pro quengo dos fracos das idéias.

Sei de um toco que tacaram no Tonico. Outro Tonho, de tantã, de tão tonto e de tanto rir, foi quem pagou o pato.

E o povo pula, grita, agita e dança e pede ‘pelo o amor’ que o tempo esqueça de avisar pro Sol que já é hora de desligar a Lua e alumiar a estrada de volta pro corpo ir descansar.






quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amor em Prosa

Quando abri essa página hoje, não tinha história nova nenhuma pra contar. Daí, pensei em falar de dor, de paixão e de amor ... Porque de dor por causa de paixão e amor todo mundo tem um pouco pra contar. Até brinco dizendo que a paixão inspira e o amor é quem leva a fama. Cá pra nós, amor sem paixão não tem chama. E quando não dá certo, é certo a lama (vulgo dor).
 
E aí... Ah, aí se você tem pena, rabisca. Se pinta, se arrisca. Se dança, flutua. Se canta, choraminga churumelas de saudade. Se toca, viola (do verbo 'violão'). Exageros e "inventices" à parte, de alguma forma a dor se transforma como quem diz – "há vida ainda!" E você se ajuda. E o sangue ferve. E só assim, virando arte, um amor vale a pena viver ou ter sido, mesmo deixando um coração aos pedaços de tão partido.stando ou deixando um coraçdo nsidoenho sorte, me vem com melodia junto. aos pedaços......... aos a a ao Já me esqueci de quantas vezes me partiram o coração e, se quer saber, achei foi "bão" porque todas as vezes deu em canção - uma, duas, três... Eles, os amores, se foram, elas não. Desconhecidas, acabrunhadas, completas ou não, mas férteis, sempre férteis, à espera de um dia se ouvirem tocar além das minhas quatro paredes.
 
Já viu coisa mais difícil de deixar ir embora que um amor? Esconder a dor pode até ser uma virtude, mas transformá-la em arte é um talento. Já me esqueci de quantas vezes me partiram o coração e, se quer saber, achei foi "bão" porque todas as vezes deu em canção - uma, duas, três... Eles, os amores, se foram, elas não. Desconhecidas, acabrunhadas, completas ou não, mas férteis, sempre férteis essas minhas canções, à espera de um dia se ouvirem tocar além das minhas quatro paredes.
 
Eita, papo esquisito... Há dias esquisitos mesmo. E como eu digo – “quem nunca sentiu um num sei quê que vem num sei de onde, num sabe o que é se sentir num sei como”. É um quê de como se dissesse ao mundo, fosse ir à forra.
 
Os dias chuvosos são mais propensos pra gente se sentir assim. Digo, ao menos pra mim. Vai se saber o porquê! Talvez porque as chuvas lavem o chão como as lágrimas o olhar. Em dias assim, lá, acolá ou aqui na roça os bichos se calam, outros se enfurnam e eu ... Bem, eu me embrulho e escrevo como já disse, porque tenho pena, uns poemas e versos livres que, quando tenho sorte (e sempre tenho sorte), me vem com melodia junto; sem compromisso nenhum com certo estilo ou moda. Mas são pura prosa em poesia.
 
Na verdade, hoje nem chove, mas segue uma de quando chovia por hoje estar me sentindo como se chovesse e num sei como. Tem um link pra você ver como ficou a melodia. Desculpe o violão, coitado! Pela cantora, peço desculpa não, posto que é só uma compositora, mas, não, mais uma. (rs) Inté!
 
Engano

 Tava uma chuva danada

Não fiz nada, só pedi abrigo

De graça são abraço apertado

Abrir de porta, prosa e sorriso


Não iam te fazer falta

Eu não ia te machucar

Doído? Eu que estava

E cabisbaixo de tanto chorar


Engano é o que mais se sucede

E, por vezes, a um só bem mais

E a esse, que (ele) só se perde

Diga se for capaz

De olhar nos olhos de quem se ama

E não ver mais nada de amor

Se noite fosse, mas (essa) nem reclama

Inda é sol. Nem tarde chegou.









domingo, 17 de julho de 2011

N´algum lugar, além do horizonte.

Costumo dizer que pra se entender melhor o cerrado comece por traçar uma reta no horizonte. Porém, aqui, acolá, há uns montes metidos à montanhas. Vou falar de um lugar bonito, além do horizonte, bom para pescar, almoçar, descansar em paz e que tem uns montesinhos desses.      



Para quem mora no centro de Brasília é mais fácil e perto de chegar pela ponte JK. Segue por ela como quem vai para o jardim Botânico, rumo à Rodovia Diogo Machado DF 140, Reseva by Santa Mônica. Daí, mais alguns condomínios (coisa que mais tem por aqui), Jardim ABC (onde foi filmado parte da saga de "Eduardo e Mônica") e, então, depois de mais ou menos 50 Km, a contar a viagem desde o início ... Bem, é bom dar uma paradinha básica pra perguntar a algum "fi de Deus" pelo caminho se você está indo no rumo certo.


Quem é dos arredores da capital pode pegar a BR040, rumo ao Valparaíso de Goiás, seguir pela Cidade Ocidental. Daí, Dom Bosco, Mesquita, mais uns povoados e, então, uns 55 Km depois, a contar a viagem desde o início... Bom, também aconselho parar pra perguntar pra outro ‘fi de Deus’ a direção (rs). Sei que tem 'uma placa só' indicando “Cia do Peixe”, mas essa adora brincar de pique-esconde. Achando-a, mais uns 10 Km de estrada boa de chão e ‘tanah’: seja bem-vindo à Cia do Peixe!
Vista aérea da Cia do Peixe
Além da piscicultura cria e recria de peixes, funciona um pesque-pague com infra-estrutura de bar e restaurante onde são servidos petiscos deliciosos e pratos de uma comidinha bem caseira e feita na hora.







O peixe pescado é pesado e entregue limpinho. Da última vez que pesquei, duas tilápias enoRmes, paguei R$ 11,00 por cada Kg. Tão grandes eram, que foram necessárias duas viagens para transportá-las. O quê? Conversa de pescador? Né não! (+rs)


Cercado por uma vegetação típica do cerrado, os donos do local mostram uma preocupação toda especial com a preservação do meio ambiente, buscando minimizar os impactos da degradação do planeta.
Eis aí o meu lugar e visão prediletos
Veja aí as figurinhas que sempre aparecem pra almoçar com a gente:




Bem, é essa a dica do pessoaR aqui da roça prum belo sábado ou domingo. Inté +.


Ah, segue o site para maiores detalhes:


http://www.ciadopeixe.com/


E antes que eu me esqueça, levando uma rede, tem onde armar pra embalar a preguiça, viu?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Às flores do meu quintal

Quando cheguei nesta terra de ninguém e de todo mundo, confesso que ainda não usava saltos altos. Evidentemente, em sentido metafórico pois, sem eles, não sou eu ou, melhor, cadê eu? Pisava devagar, desconfiada e calçada em sandálias mais baixas e confortáveis – aquelas que deixam as marcas da humildade. #Sacumé – precisava ser aceita, receber mais convites, freqüentar mais as TLs... Mas desde sempre fui exigente com followers. Pensava: “se quero ser boa nisso aqui um dia, preciso me juntar aos bons”.
Humildade não é humilhação. Pra que fique claro.
Como sempre gostei de ler mais gente que livros, logo me senti em casa e aprendi o real significado de uma canção na parte que diz: ‘É preciso conhecer o sabor das massas e das maçãs’. No início, seguia mais celebridades, mas, daí, logo vi que essas não eram os arrobas mais interessantes. Se você quer mesmo se divertir e aprender a tuitar, são às massas que deve se misturar.
Coisa que aprendi aqui na roça, além de  prezar pela humildade, é a importância do bom humor - rir das próprias besteiras, admitir os erros, ‘cortar jaca’ pra quem merece por um pensamento brilhante ou outro nem tanto assim, responder a um simples bom dia com um sorriso na mão, e por aí vai... Nossa TL é uma ruela desse mundão sem porteira que é o twitter, pessoaR, e nossos followers são nossos vizinhos. E mesmo tendo alguns um gosto duvidoso, ao nosso ver, não devemos esquecer que brega é aquele que  nos acha cafona. Assim, andemos mais leves e relevemos um meio termo.
Alguns followers se destacam mais por terem sido nossos primeiros ou por mantermos contato quase que diário, como é comum com almas que se identificam. Vou citar alguns só pra exemplificar, e os cito aqui sem nenhuma ordem de grandeza e/ou sentimentos => @Noh_Olive @Lu_Martyns @DannyPimenta @mah_lisa @BREUdaTOCA @Esculachao @shebarros @taispsantana @simples_erika @Clarinha_mel @LillianKSS @souquemsou2 @Marcuslash @Multifacetadoo @hassassim @susana_efe @henriquerdyas @RealDJMynno @fabianaratisBR @irapuansobral @RadioRockPuro @lelebond07@_kisseJ @DilceiaPimentel @melneves4 @Renato_Livre @jack_jizzpump @isaacmarinho @Didi_da_Matta @tonylopes  ... E mais a uns 2.120 followers adicionados um a um, bio por bio, em pouco mais de um ano, quero agradecer demais a companhia!
Eis o Mr. K e eu!
Aqui na roça é assim – cuidamos das rosas do nosso jardim e servimos sempre um cafezinho para alimentar, aquecer e fazer frouxa a língua dos amigos que chegam pruma prosa.
E por falar em café, preciso contar que ganhei um presente há muito desejado de um dos meus vizinhos – o @Kassatti, um dos editores do Blog Café & Conversa,  a quem tive a honra e o privilégio de conhecer pessoalmente há algum tempo. Ele e o @RomoaldodeSouza, a bordo do @CafeConversa, me deram as boas vindas e me mostraram a diferença entre um bom café e o carvãozinho de todos os dias. Em visita à 'Firma',  fui recebida com um delicioso 'Bourbon Vermelho'!

Como o Kassatti é fã incondicional do Tiririca, fizemos uma homenagem aos palhaços que somos. Meninas, que sorriso o dele, hein?!
Força na peruca!
O presente? A caneca do blog, ora, ora! Fácil não foi – mais de um ano de espera, milhares de pedidos em cartas com frente e verso, leio e comento artigos do seu blog, acompanho suas novelas, dou pitaco, meto o bedelho, aponto o dedo e, finalmente, meu valor foi reconhecido.
"The winner is..."
E ninguém pode dizer que a caneca é ‘fake’ – olha as carinhas dos caras aí, ‘mermão’! O que? Num tá dando pra ver, não? Pera ae...

"Um abraço e bom café!"